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6 Passos para reciclares estados emocionais tóxicos

Diana Gaspar Amor Partilhado, Amor Próprio, Confiança, Determinação, Mudança, Paz, Ser Feliz Com Sucesso, Viver 0 Comments

Não tenhas medo de sentir as tuas emoções. Todas elas são importantes e necessárias.

Não tenhas receio de te despires, e de mostrar o que vive dentro de ti. Não és as tuas emoções, e todas elas passam por ti para te trazem uma mensagem sobre o que vibra em ti a cada momento.

Liberta-te de tudo o que te intoxica, de estados emocionais debilitantes, e viverás mais leve, mais descontraído, e saudável.

Se sentes raiva, manifesta-a.
Se sentes zanga, manifesta-a.
Se sentes tristeza, manifesta-a.

Não és inferior por manifestares uma emoção com potencial tóxico, nem superior quando achas que estás num caminho de crescimento sem espaço para poderes manifestar algum tipo de emoção que denote desconforto emocional.

O que te faz manter tóxico e incapaz de reciclar emoções de forma equilibrada, é a ausência de expressão daquilo que estás a sentir.

Quando és autêntico não perdes nada, só ganhas.

Estar triste é fundamental, estar triste por muito tempo, é tóxico.
Estar zangado é natural, por muito tempo, é tóxico.
Estar com medo faz parte da tua sobrevivência, por muito tempo, é tóxico, e destrói a tua vida.

Assim sendo, deixo-te agora 6 passos para te libertaras de estados emocionais tóxicos:

1. Começa por aceitar que estás a sentir uma emoção que te traz desconforto e que te faz sentir mal. Aceitar é acolher o desconforto, é dares a ti próprio a permissão para te sentires da forma como te está a sentir.
Quanto mais frustrado te sentires pelo que estás a sentir, mais tempo ficarás nesse estado a criar resistência para a tua mudança.

2. Identifica e partilha que tipo de emoções estás a sentir.
Dá nome ao que sentes. Percebe como se sente o teu coração, o teu corpo, a tua respiração e partilha com alguém especial para ti o que sentes.
Quando colocas fora de ti, a emoção é metabolizada mais facilmente.

3. O que te leva a sentir assim?
O que estás a dizer para ti próprio que te faz sentir assim?
Essa voz interior que te conta uma história que desencadeia uma emoção, está a falar-te em amor ou na falta dele? Está a empolar a história ou a simplifica-la?
Está a querer razão, ou quer a união e a paz?
Está a dizer-te para não confiares em ti ou está a dizer-te que és imperfeito, que às vezes não atinges o que queres, mas que tens um alçapão de energia dentro de ti?
Está mais preocupada com o que os outros pensam, ou com o que tu queres?

4. Identifica a crença destrutiva e tóxica que te faz sentir essa emoção e essa toxicidade dentro de ti.
Identifica se a tua voz te diz: “és um falhado”, “não vales nada”, “nunca irás conseguir”, “espera o pior porque não tens sorte nenhuma”, “tudo te corre mal”, “ninguém te compreende nem gosta de ti”, “os outros vão pensar que não vales nada”, “vais ser causador do sofrimento dos outros”…

5. Faz pause, reset e reconstrói as tuas crenças
Respira fundo, as vezes necessárias, e reconstrói as tuas crenças…
“às vezes não consigo fazer o que queria, mas isso nada diz do meu valor pessoal”, “quero esperar o melhor da vida”, “amo-te e tenho o meu valor pessoa”, “nem sempre corre como esperava, mas há tantas outras coisas que fluem na minha vida”, “algumas pessoas podem não me compreender, mas por vezes também não as compreendo a elas”, “na realidade não sei o que os outros pensam de mim nem nunca vou saber. Amo-me tal como sou”, “Se me sinto mal, o mais importante é fazer o que é preciso para me sentir bem”.

6. Transforma a emoção num antídoto que te permita sentir melhor.
Se estiveres a sentir inveja, por exemplo, percebe que não és a inveja mas
que apenas a estás a sentir, e aceita-a. Depois percebe qual a origem dela, e o que tem a outra pessoa (que invejas), que também gostavas de ter, e o que ganhas em a sentir. Percebendo que só te intoxica, transforma aquilo que sentes em admiração.
Admira, pelos mesmos motivos que invejas, aquilo que a outra pessoa manifesta e
inspira-te através dessa admiração.

Diana

Fotografia | Ana Lopes

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