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Falar ou não falar: eis a questão!

Diana Gaspar Uncategorized 1 Comment

Nunca diz nada;está sempre calado; fala muito; fala pouco; nunca diz o que sente; diz tudo o que sente; não sabe falar; é bruto ou bruta; quer tudo à sua maneira; nunca está satisfeito ou satisfeita com nada; está sempre a criticar; nunca pede ajuda…

Os exemplos são muitos e todos já os vimos, vivemos e sentimos este tipo de situações. Quando pensamos numa relação pensamos, entre muitas outras coisas, em comunicar, e quando tentamos perceber o que não está a correr bem numa determinada relação esbarramos sempre na comunicação e na qualidade da mesma.

O que dizemos, como dizemos, quando dizemos, porque dizemos e com que intenção são questões que surgem quando queremos perceber uma relação. Cada pessoa tem o seu padrão de comunicação que espelha a forma como vê o mundo, o outro e a si próprio. Não há duas pessoas a pensar da mesma maneira embora haja padrões comuns de comunicação.

Todos falamos e nos expressamos de uma forma muito própria. Se estivéssemos a ver um filme em simultâneo a probabilidade de cada um de tirar conclusões diferentes seria grande. Isto significa que a interpretação da realidade não depende só da cena em si, mas dos padrões interiores de cada um para interpretar a realidade. E isso faz-nos refletir sobre a necessidade de perceber como percepcionamos o mundo, como comunicamos e o que diz a nossa comunicação sobre nós e sobre a forma como nos relacionamos.

Será que precisamos de concordar uns com os outros para nos entenderemos?
Será que é melhor não dizermos o que se pensamos ou será melhor dizer sempre o que pensamos?
Será que é o outro o responsável pelo que dizemos ou deixamos de dizer?
Será que sabemos mesmo o que o outro pensa?

A qualidade das relações determina a qualidade de uma vida, e a qualidade da comunicação é o pilar mais importante para a qualidade das relações.

Vê o vídeo!

Comments 1

  1. Jorge Luís

    Olá, Diana, obrigado por mais um texto para refletir, pois a comunicação é uma grande ferramenta e poderosa, como ser assertivo…, por vezes eu aprendo mais a observar e ouvir, e comunicar nos momentos próprios e adequados…,

    Grato,

    Jorge Luís

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